quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Quem somos





Gilson Almeida - Engenheiro Florestal - Áreas: Mapeamento, inventário florestal e manejo.













Manoel Francisco Moreira - Engenheiro Florestal - Áreas: Manejo, colheita, silvicultura, sistemas florestais, avaliação de ativos florestais


CHILE


Os Engenheiros Florestais Associados estiveram no começo do mês passado visitando o Chile, através de um de seus sócios, a convite da ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE EMPRESAS DE BASE FLORESTAL – AGEFLOR.
O Chile tem em sua carteira de exportações os produtos derivados da floresta como um dos mais importantes itens, estando entre os cinco primeiros.
Visitamos a região florestal de Bio-Bio, banhada pelo rio do mesmo nome, cuja capital é Concepción.
É notável como aquele País, espremido entre uma magnífica cordilheira de montanhas e o mar, consegue ser mais eficiente em produtos florestais que o nosso.
Pela escassez de terras adequadas à agricultura, as florestas ocupam quase que exclusivamente os montes e morros. A extração é feita com cabos aéreos, guinchos, tratores florestais esteirados, etc.
Uma vantagem que a natureza deu-lhes são os gêneros/espécies que lá crescem: Eucalyptus nitens , E. globulus e Pinus radiata. Todas elas são típicas de clima mediterrâneo e não tem possibilidades de crescimento aqui, em que pese os esforços dos melhoristas no cruzamento especialmente de E. globulus. Tais gêneros são reconhecidamente produtores de madeira de alta qualidade.
A indústria da madeira mecanicamente processada é nitidamente mais avançada no que se refere a maquinário e qualidade dos produtos que faz – referi-me aqui à qualidade sem levar em conta a espécie.
O Chile é, definitivamente, um horizonte a ser alcançado.

Fotos: abaixo, lâmina de E. nitens saindo do torno, chapas de compensado e nosso sócio frente à placa de recepção da CMPC..









Pontaletes de Eucalyptus para exportação: Oriente Médio













Produtos da Indústria chilena para exportação.


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Mapeamento com drone

Mapa de uso do solo com drone

Ortomosaico obtido a partir de imagens aéreas do drone Phantom 3 professional.

A grande vantagem deste método de mapeamento está no tempo reduzido para cobrir a área de forma integral com alto nível de detalhamento. Neste caso foram feitos 3 vôos de 10 minutos cada.


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

PLANTIO DE ÁRVORES: SEMPRE UMA DECISÃO ECONÔMICA

Plantio de árvores com fins ambientais, sociais, etc. nem sempre pode-se atribuir economicidade. No entanto investidores, pequenos ou grandes, em maciços florestais produtivos precisam ter retorno ao capital investido, obviamente. A ausência de análise econômica antes da tomada de decisão do investimento, motivado apenas pelo impulso da "notícia" de que reflorestamento pode render um bom dinheiro, tem levado inúmeros investidores a decepções. Concorre para isto também a falta de orientação técnica adequada, uma vez implantado o povoamento. Acreditar em práticos ou empreiteiros, pode trazer prejuízos invisíveis, só detectados muito mais tarde. Quem quer investir em árvores pode acreditar que trata-se de bom negócio, porém, como todo negócio, tem suas técnicas e seus segredos. Investir sem a assessoria técnica de profissional habilitado, pode trazer aborrecimentos de longo prazo, como assim é o empreendimento. Conte conosco nesse mister.

Chico Moreira

domingo, 22 de outubro de 2017

Estimativa da produção florestal



Embora exista uma expectativa de volume a ser colhido numa determinada área, a partir do conhecimento da silvicultura da espécie, do espaçamento usual e dos desbastes realizados, dificilmente se consegue estimar com confiança os volumes de cada classe de diâmetro que serão obtidos na colheita.




A prática do inventário florestal vem então dar as respostas esperadas sendo que para tanto, parcelas são lançadas no povoamento de forma a cobrir a sua variabilidade nos aspectos das dimensões dos indivíduos e sua quantidade. Estes dados após o adequado processamento, com o uso de equações volumétricas e de afilamento, permitem conhecer os volumes dentro das classes definidas pelo mercado madeireiro e destiná-los conforme esse sortimento alcançando assim o melhor preço para o povoamento em estudo.

Em outras palavras, dá mais segurança para quem compra e para quem vende ao eliminar a subjetividade nas avaliações.